A abstenção eleitoral, com cerca de 30% do eleitorado, é um fator relevante na disputa presidencial, especialmente considerando a diferença de apenas 2% entre Lula e Flávio Bolsonaro no primeiro turno. Essa alta abstenção pode ser determinante para a vitória de Flávio, pois muitos indecisos não se manifestarão no segundo turno. A tarefa de Lula em conquistar esses votos é considerada difícil, considerando o precedente histórico de candidatos que perderam no primeiro turno não vencerem no segundo. A margem de 1% é significativa, representando 1,5 a 1,6 milhões de votos. A análise indica um cenário com poucas chances para Lula, e com a possibilidade de o lulismo estar em declínio.

