A questão do abstencionismo eleitoral é vista como um fator crítico para a campanha de Lula. Históricamente, o número de eleitores que não votam varia entre 19% e 21% nas últimas eleições presidenciais. Convencer esses eleitores a votar, especialmente aqueles que já não votaram no primeiro turno, é um desafio considerável, dada a dificuldade de motivá-los a comparecer às urnas. A projeção de que o número de votos aumente em apenas 1% ou 2% representa uma margem muito pequena para garantir a vitória.

