Em Salvador, a justiça eleitoral determinou a prisão do secretário de mobilidade Pablo Souza, além de aplicar uma multa de um milhão de reais às empresas responsáveis, em resposta a reclamações sobre a falta de ônibus. O prefeito Bruno Reis atribuiu a situação à ação de sindicalistas. Em São Paulo, o PT acionou a justiça, criticando a gestão do prefeito Ricardo Nunes e apontando que a falta de ônibus ocorria em regiões com maior votação a favor de Lula. A prefeitura ordenou a circulação normal dos ônibus, tentando evitar que a crise se tornasse um problema político.

