O acordo entre as campanhas de Lula e Bolsonaro para a abertura dos sigilos bancários e fiscais incluiu a divulgação de informações sobre Marcola Castor, braço direito do presidente, e Willer Tomás, sócio de Flávio Bolsonaro, ambos envolvidos em denúncias de irregularidades. A equipe de Lula também solicitou a inclusão de dados sobre uma empresa ligada a Tomás, que ele nega envolvimento em irregularidades.

