As campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro chegaram a um acordo para abrir os sigilos bancário, fiscal e telefônico dos dois candidatos, além de familiares e empresas ligadas a eles. A equipe jurídica de Flávio e representantes do presidente incluíram a empresa Alcazar Holdings, sediada na Ilha da Madeira, em Portugal. A abertura dos sigilos deveria ser simultânea, mas a defesa de Flávio condicionou o envio ao comprovante de entrega dos dados de Lula. Advogados da campanha de Flávio solicitaram que o Tribunal Superior Eleitoral requisitasse os dados ao Banco Central, à Receita Federal e às operadoras de telefonia.

