O analista político comentou que o governo planeja implementar um ajuste fiscal para estabilizar a economia, buscando 'deixar as coisas mais ou menos mornas'. Ele espera poucas mudanças drásticas, prevendo uma governabilidade marcada por negociações intensas devido à falta de maioria no Senado e na Câmara. As nomeações para o STF, segundo o analista, terão que ser aprovadas pelo Senado de oposição, o que exige um esforço de acordo e compromisso entre os partidos. Ele prevê um governo com movimentos em direção à esquerda, buscando atender às demandas da população, especialmente na área econômica, e que lidará com a transição de poder entre os Estados Unidos e o Brasil.

