O promotor de justiça questiona se a democracia é apenas o voto, e se a representação popular é realmente praticada após a eleição. Ele critica o uso do dinheiro do pagador de imposto para financiar parlamentares e a influência de governos de turno na economia, como no caso da Petrobras e do financiamento de países autoritários pelo BNDES. Também questiona o coeficiente eleitoral e o financiamento de campanhas.

