Especialistas apontam que, além da redução da abstenção, é necessário diminuir o contingente de eleitores que compareceram às urnas mas não escolheram nenhum candidato. A questão da abstenção e da alienação eleitoral são consideradas cruciais para o PT buscar uma virada na disputa. A abstenção foi de 20,8% no primeiro turno e 20,2% no segundo, com uma pequena movimentação no segundo turno, embora a comparação com 2022, onde Bolsonaro liderava por cinco pontos, ainda seja relevante.

