O especialista discute os desafios na gestão de filas e recursos nos serviços de saúde, questionando a aplicação indiscriminada de inteligência artificial. É defendido que a melhoria do processo requer uma compreensão profunda dos problemas, incluindo questões de gestão de fila, recursos e até mesmo a antecipação de riscos epidemiológicos. Ele sugere a necessidade de aprimorar o diagnóstico e a troca de experiências com profissionais de outros países, como a China, buscando inspiração em modelos de medicina mais avançados e inovadores, ressaltando o papel fundamental do SUS e a importância do olhar da prática e da pesquisa brasileira.

