A Justiça Eleitoral não tem competência para investigar corrupção ou desvios de dinheiro, mas pode intervir em casos de fake news, calúnias, injúrias ou difamações, que levam à remoção de conteúdos de redes sociais. O foco das investigações também se estende às Big Techs, com o objetivo de determinar se houve interferência indevida no resultado da eleição, seja através de manipulação de algoritmos ou promoção de conteúdos tendenciosos. A prova da interferência é fundamental, e a jurisprudência da justiça eleitoral prioriza a gravidade.

