O apartamento de São Bernardo, pertencente a um primo do Bunlai, amigo do ex-presidente Lula, foi usado por Lula sem pagar aluguel. O dinheiro para a compra do apartamento veio da Odebrecht, passando por uma empresa laranja, a DAG, e, posteriormente, pelo Instituto Lula. A Receita Federal apontou uma confusão patrimonial entre o Instituto Lula, a empresa de palestras e o próprio Lula, com grande parte do dinheiro vindo das empreiteiras investigadas na Lava Jato. Lula ocultava patrimônio e, de acordo com o editor, especialista em encontrar esses ativos, foi parar na cadeia por causa disso. A Game Corp do Lulinha recebeu 132 milhões de reais, investigados na Oite e Lemar, e outra empresa do filho do Lula recebeu, segundo investigações da época, por causa da venda de caças Gripen, sendo anulada pelo STF sem análise do mérito. A equipe do Flávio chamou o editor para analisar os documentos, mas ele ficou frustrado por não encontrar nada além de promessas não cumpridas e 'sigilos' constantemente apresentados.

