Várias partidas da Liga dos Campeões da Europa foram marcadas por jogos com muitos gols, incluindo algumas com sete e seis gols, gerando um debate sobre a qualidade técnica dos jogadores e o papel do treinador. O técnico do Flamengo, Leonardo Jardim, argumentou que a eficácia na finalização é resultado da execução do jogador, e não exclusivamente do treinador. Contudo, outros analistas defendem que a alta qualidade técnica dos jogadores, como os que atuam nos sistemas ofensivos da Liga dos Campeões, é um fator determinante, e não apenas a capacidade de finalização. O caso do Arsenal na temporada passada, com a predominância de gols de bola parada, também foi citado como exemplo.

