O número de ações por assédio eleitoral no trabalho aumentou 37% entre o primeiro e o segundo turno das eleições. Foram 50 novos processos em apenas 20 dias, totalizando um aumento de 50 casos. O Ministério Público do Trabalho recebeu mais de 800 denúncias sobre o tema, e a Justiça do Trabalho e a Justiça Eleitoral atuaram em regime de plantão para garantir a liberdade de voto dos trabalhadores. Em diversas cidades, redes de supermercados e hospitais foram obrigados a permitir que funcionários votassem.

