Ações por assédio eleitoral no trabalho aumentaram 37 por cento entre o primeiro e o segundo turno. Foram 50 novos processos em apenas 20 dias. O total de ações passou de 135 para 185 entre os dias 4 e 24 de outubro. O Ministério Público do Trabalho ainda recebeu mais de 800 denúncias sobre o tema. Para garantir a liberdade de voto dos trabalhadores, a Justiça do Trabalho e a Justiça Eleitoral atuaram em regime de plantão. Em São Paulo, redes de supermercados foram obrigadas a liberar funcionários para votar. No Amazonas, a determinação valeu para um hospital. No Rio Grande do Norte e no Pará, empresas tiveram que apagar vídeos com discursos políticos de caluniosas e ofensivas, além de pedir a remoção do próprio cadastro.

