O ministro Fábio Ruas do TSE reportou um aumento de 37% nos casos de assédio eleitoral no trabalho entre o primeiro e o segundo turno, resultando em 50 novos processos em 20 dias. A Justiça do Trabalho e a Justiça Eleitoral atuaram em regime de plantão, exigindo que empresas liberem funcionários para votar. Em diversos estados, como São Paulo, Amazonas, Rio Grande do Norte e Pará, empresas foram obrigadas a suspender a exibição de conteúdos políticos direcionados aos empregados, resultando em ações judiciais e decisões do STJ em favor da liberdade de expressão.

