O ministro Cássio Nunes Marques relatou um aumento de 37% nos casos de assédio eleitoral no trabalho entre o primeiro e o segundo turno das eleições de 2026. Houve 50 novos processos em 20 dias, e o Ministério Público do Trabalho recebeu mais de 800 denúncias sobre o tema. A Justiça do Trabalho e a Justiça Eleitoral atuaram em regime de plantão, e em algumas empresas, como redes de supermercados em São Paulo e hospitais no Amazonas e Pará, foram obrigadas a liberar funcionários para votar, apagando vídeos com discursos políticos.

