Durante a pandemia, o auxílio emergencial foi instituído, e o Bolsa Família foi reestruturado. O valor mínimo do Bolsa Família aumentou para 600 reais, com algumas pessoas recebendo mais. A proposta permitiu que beneficiários, ao assinarem carteira assinada, continuassem recebendo o benefício por no mínimo dois anos, com a possibilidade de retornar ao programa em caso de problemas. Além disso, beneficiários com carteira assinada teriam acesso ao seguro desemprego, garantindo proteção social.

