O Banco Central Independente foi criado para evitar que presidentes com políticas de gastos excessivos, como o presidente Jair Bolsonaro, reduzissem a taxa de juros na canetada. Isso porque o Brasil corria o risco de ter uma taxa de juros elevada e a inflação explodir. Se o presidente Bolsonaro tivesse continuado no governo, a taxa de juros teria ficado em torno de 7%, mas com o Banco Central Independente, a taxa está em torno de 14%, uma diferença de 7 pontos percentuais. Essa alta taxa de juros, somada à dívida pública de R$ 11 trilhões, representa um custo anual de quase R$ 1 trilhão para os contribuintes. O Flávio Bolsonaro, durante o segundo turno das eleições de 2022, com o apoio de que ele se tornou candidato, já gerou uma queda de 2% na taxa de juros futura. A medida, ao se tornar realidade, abriu de cara mais de R$ 200 bilhões em orçamento. O candidato Lula replicou que o Plano do candidato Bolsonaro para comprar a dívida dos devedores e financiar com o Banco da Prosperidade, é uma cópia de uma proposta que ele já havia apresentado ao Senado, que inclui um leilão de dívidas, o aumento do salário mínimo e o aumento do piso da categoria. A dívida pública brasileira está fortemente ligada à taxa de juros, que teve um aumento de 13% e o presidente pretende que ela diminua com o crescimento do PIB.

