Meta, Google e X afirmaram ao TSE que não identificaram irregularidades no canal do Exército do Lula nas redes sociais. As plataformas alegaram que a mobilização foi feita por usuários autênticos e que variações em pesquisas são comuns em fatos de grande repercussão. O ministro Floriano de Azevedo Marques impediu a suspensão administrativa do espaço.

