Flávio Bolsonaro, através de um ofício protocolado ao ministro do TSE, André Mendonça, anunciou sua disposição de abrir sigilos bancário e telefônico dos últimos 20 anos. A medida está condicionada à repassa de informações sobre quatro empresas associadas a Lula e ao Instituto Lula, além do acesso aos gastos do cartão corporativo da presidência. O fato ocorre em um momento de forte campanha eleitoral, com foco na investigação do filho do ex-presidente.

