O cientista político Rodrigo Prando observou que o ideal para a campanha de Flávio Bolsonaro seria a sua conclusão antes do debate da Globo. Já para o presidente Lula, o ideal seria ter uma semana adicional. No entanto, especialistas apontam que a situação é complexa, com um cenário que favorece a campanha do candidato da direita. Analistas destacam que convencer um eleitor indeciso, especialmente os mais velhos que não votaram no primeiro turno, é uma tarefa difícil, dado o histórico de abstencionismo. Para conseguir 1% a 2% de aumento no voto, Lula precisaria de cerca de 3 a 4 milhões de novos votos, o que se mostra improvável no contexto atual, considerando a dificuldade de mobilizar eleitores que já se mostraram descontentes.

