A campanha eleitoral está marcada por um grande engajamento de 7 milhões de pessoas, focadas em uma estratégia de comunicação coordenada nas redes sociais. A equipe de campanha do PT busca amplificar narrativas específicas, utilizando canais como o WhatsApp, gerenciado por Janones, para alcançar um público de 7 milhões de pessoas. Há preocupações sobre a disseminação de notícias falsas, e a esquerda busca se fortalecer na esfera digital. A campanha do Lula aceita as condições impostas por Flávio Bolsonaro para o desafio de acesso a dados, incluindo a abertura do sigilo bancário e de doações, o que gerou debate sobre a possibilidade de influência da desinformação no segundo turno.

