A campanha petista utilizou ataques em relação à possibilidade de perda de direitos, incluindo aposentadorias, e preocupações com o futuro das universidades públicas e da educação brasileira. A campanha também levantou questões sobre o temor de perda de soberania em relação aos Estados Unidos. Esses elementos foram destacados em entrevistas e debates, visando influenciar a decisão dos eleitores do Rio de Janeiro e de outros estados como São Paulo e Minas Gerais. A campanha petista criticou o governo de Lula, apontando para contradições em relação à redução do crime organizado no Rio de Janeiro.

