O candidato, que concorreu à presidência do país, alega ter sofrido perseguição judicial e a remoção arbitrária de sua urna na noite anterior à eleição. Ele afirma que outras pessoas puderam usar suas urnas, enquanto ele foi impedido, gerando um clima de medo entre os eleitores e influenciando o resultado da votação. A situação gerou controvérsia e questionamentos sobre a imparcialidade do processo eleitoral.

