O narrador compartilha uma experiência pessoal no rio Purus, onde ouviu o canto de um pássaro (agouro), o que o fez acreditar em uma ocorrência negativa. Ele se benzou e atribui o evento à crença no agouro, relacionando-o com a história de outros moradores da região, como o arqueólogo Eduardo Góes Neves, que foi picado por uma cobra jararaca. A experiência é vista como parte de um imaginário coletivo que se soma a casos reais de sofrimento e morte.

