O documento não cita o nome dos candidatos, mas defende que o Brasil precisa de uma mudança de postura, de prioridades e de modelo. Um esgotamento ético, caracterizado pela perda de espaço dos princípios e da responsabilidade com interesse público. O texto diz que o país vive um esgotamento moral, marcado pela deterioração da confiança nas instituições. Pela naturalização de situações que deveriam causar indignação. Ainda fala sobre um esgotamento de modelo político, econômico e institucional considerado incapaz de oferecer respostas consistentes aos desafios do país. O final da carta diz, abre aspas, um país não se transforma verdadeiramente sem antes reconhecer que chegou a hora de mudar.

