O Conselho de Supervisão da Big Tech apontou falhas de transparência na moderação de conteúdos políticos durante a disputa presidencial, cobrando indicadores públicos para avaliar a eficácia das medidas de fiscalização eleitoral. A empresa é alvo de uma ação no Tribunal Superior Eleitoral, onde o ministro substituto do TSE, Marco Aurélio Belize, se reuniu com representantes da Meta e das campanhas presidenciais para discutir o cumprimento da decisão que exige tratamento igualitário entre os candidatos nas plataformas digitais.

