Estudo revela que o consumo elevado de alimentos ultraprocessados está associado a um maior risco de lesões silenciosas no cérebro, como infartos e áreas de desgaste na substância branca. Pesquisadores identificaram uma relação entre o consumo de ultraprocessados e o aumento da incidência dessas lesões, que podem levar a problemas cognitivos e risco de acidente vascular cerebral. A pesquisa observou que, em um grupo de pessoas que consumiam mais ultraprocessados, 40% apresentavam essas lesões, enquanto em um grupo que consumia menos, apenas 8% apresentavam. A associação foi mais forte em mulheres. O estudo destaca que a mudança na forma de medir o consumo (por quantidade versus por calorias) influenciou os resultados, indicando que o tipo de alimento consumido, e não apenas a quantidade, é um fator crucial.

