A contratação de Thiago Maia e Borré pelo Inter, realizadas no quarto ano de gestão, é vista como uma contrariância em relação à política financeira inicial do clube. A chegada de Wallace e Diego Caeiro, apesar de serem bem recebidos, não foram suficientes para evitar a escalada das dívidas. O Grêmio, por sua vez, realizou contratações como Nardone, TT, Namorado e Leonel Pérez, aumentando significativamente seu endividamento, mesmo com a ambição de um futebol forte. A torcida do Grêmio esperava pelas três contratações de seleção prometidas pelo presidente, mas a realidade financeira do clube dificultou a implementação desse plano.

