A coordenação de campanhas eleitorais está mudando, com a utilização de pessoas reais, identificadas e coordenadas, em vez da automação total. Essa mudança de paradigma, curiosamente, não se traduz em maior automação, mas sim no uso de pessoas que decidem o voto com base em seu esforço e vontade. A coordenação dessas pessoas levanta preocupações sobre a rastreabilidade e a possível manipulação, como evidenciado em falhas na contagem de visualizações e gerenciamento de anúncios por parte da Meta (Instagram, Facebook e WhatsApp). O Conselho de Supervisão da Meta indicou que a aplicação das regras antifraude foi excessiva, enquanto o TSE mandou a empresa provar que trata as campanhas do mesmo jeito, com multa de um milhão de reais por dia.

