Um corredor de 64 anos detalhou as zonas de frequência cardíaca para treinamento, explicando que elas são divididas pela sensação de esforço que a pessoa experimenta. Ele ressaltou que correr nas zonas 4 e 5 não significa que o organismo está queimando músculo e que a frequência cardíaca máxima, calculada matematicamente, pode variar. O corredor sugeriu manter a musculação como prioridade, combinada com exercícios aeróbicos em zonas 2 ou 3, e periodização do treino.

