Uma pesquisa da UFRJ revelou que 88% dos vídeos com conteúdo misógino em canais brasileiros de YouTube foram publicados nos últimos três anos. A audiência desses canais cresceu 18,55% e atingiu mais de 3,6 milhões de seguidores, evidenciando a persistência e o alcance desse tipo de conteúdo. A pesquisa também identificou a tentativa de controle e inferiorização das mulheres como principal forma de misoginia.

