Um dos maiores esquemas de corrupção da história do Brasil foi investigado, resultando em 24 pessoas condenadas, incluindo o ex-ministro José Dirceu e o ex-presidente do PT, José Genuino. O então presidente Luiz Inácio Lula da Silva se sentiu traído pelas práticas inaceitáveis e chegou a ser preso no caso do Petrolão. O petista passou 580 dias na prisão, em Curitiba, devido à decisão do STF de que o caso deveria ser julgado na capital paranaense, abrindo caminho para sua eleição em 2022.

