A pesquisa sobre as dificuldades financeiras na Argentina gerou reações, incluindo a do presidente Alberto Milley, que criticou a pesquisa e a situação econômica. A pobreza na Argentina disparou desde a chegada de Milley ao poder e, apesar de algumas melhorias, voltou a crescer, atingindo 32,3% da população. O número de pessoas sem teto também está em alta, especialmente em áreas próximas a bairros turísticos de Buenos Aires.

