A conversa critica a arrogância de uma elite que se considera detentora do monopólio da verdade. O argumento é que figuras como Tomás Soa se autoproclamam "ungidos", exercendo um poder de decisão sobre o que é considerado verdade ou falso. A análise critica a postura de setores da esquerda que classificam declarações como "não é bem assim", questionando a imparcialidade desta abordagem.

