O candidato expressou preocupação com a concentração de riqueza e a influência de grandes empresas sem contribuição de impostos. Ele criticou a derrota do negacionismo nas eleições, destacando a importância do entusiasmo popular demonstrado nas ruas, especialmente na Avenida Paulista. Observou a ausência de representantes genuínos do milicianismo no cenário político, descrevendo a situação como 'falsa' e constrangedora. Expressou o desejo de um governo que envolva a participação do povo nas decisões e que utilize a comunicação digital para estabelecer uma relação mais direta com a população. Enfatizou a importância de cuidar dos idosos, garantir respeito às religiões e a liberdade religiosa, e continuar com a revolução na educação brasileira, universalizando a escola de tempo integral até o ensino médio.

