Os custos que se tornam permanentes a partir de 2027 estão preocupando bastante e inflacionando os gastos. Estimativas apontam que os números podem ser até maiores do que os inicialmente mencionados. O adversário, Flávio Bolsonaro, diferencia-se ao falar de um estado menor, mas os cortes de gastos que ele propõe não são suficientes para resolver o problema. Ele também fala em manutenção de benefícios sociais, que também custam, e não oferece um encaminhamento claro para o custo desses gastos. A questão fiscal, por falta de clareza, é agravada.

