O programa aborda a proposta do candidato Flávio Bolsonaro de estabelecer uma moratória de seis meses para dívidas físicas e de um ano para dívidas jurídicas. A assessora econômica do Flávio Bolsonaro, Daniela Marques, gerou controvérsia com uma fala ambígua sobre a responsabilidade da campanha em relação ao Bolsa Família, alimentando especulações e temores na esquerda. Há dúvidas sobre a regra de transição do programa, sua possível extensão e sobre como as políticas econômicas propostas serão executadas, especialmente em relação à paternidade do programa e como ele será capitalizado. A fala de Daniela Marques contribuiu para uma grande confusão, trazendo mais dúvidas do que respostas sobre como as coisas realmente podem ser.

