O senador mencionou que, ao longo do mandato do então presidente, houve uma ameaça de perda em caso de derrota nas eleições. Destacou que a avaliação do comportamento do ex-senador Flávio Bolsonaro e de outros pontos do seu histórico, pode levar à desconfiança de uma agenda voltada para o corte de despesas sociais. O debate sobre corte de gastos, particularmente em torno de valores como 200 e 250 bilhões de reais, foi levantado. A discussão se concentrou na origem desses cortes, indo além de questões de corrupção, embora esta também seja uma preocupação. Há uma reflexão sobre a superficialidade do debate e a necessidade de abordar questões distributivas, como o tamanho do bolo e a distribuição dos pedaços entre os eleitores. A eleição também parece estar impactando a participação eleitoral no segundo turno.

