O debate se concentrou nas potenciais consequências dos cortes orçamentários propostos por Flávio Bolsonaro, incluindo a possível redução de recursos para programas de saúde, educação, assistência social e investimentos em projetos como o PAC. A crítica se baseou na argumentação de que esses cortes afetariam diretamente a população mais vulnerável, sem promover uma mudança no rumo certo.

