O debate entre os candidatos Lula e Flávio Bolsonaro gira em torno dos gastos públicos, com ambos apresentando propostas com implicações financeiras. O pacote de bondades, proposto por Lula, é criticado por inflacionar os gastos permanentes a partir de 2027. O candidato Flávio Bolsonaro, por sua vez, propõe cortes de gastos, mas não detalha como financiará essas medidas. Ambos os cenários apresentam desafios fiscais significativos, com pouca diferença esperada entre eles em resultado fiscal. A vitória de Lula, na visão de alguns analistas, seria mais favorável para o mercado, que tende a se preocupar mais com sua proposta do que com a do Flávio Bolsonaro. O mercado parece otimista em relação a Flávio Bolsonaro, apesar da incerteza sobre suas propostas de ajuste fiscal.

