O caso do passaporte do Flávio Bolsonaro reacendeu o debate sobre o funcionamento das instituições democráticas no Brasil, com especialistas e comentaristas apontando para o desequilíbrio de poderes e a incerteza criados pela situação. A decisão do Flávio Bolsonaro de deixar o país é vista como compreensível diante do contexto político e das responsabilidades familiares, incluindo a prisão domiciliar do irmão Eduardo nos Estados Unidos. A situação também levanta questões sobre o futuro do movimento conservador no Congresso, com a possível limitação do acesso de suas lideranças a eventos e atividades.

