O debate se concentra na permissão dada pelo presidente Lula para o acesso de autoridades aos seus dados bancários e financeiros. A possibilidade de a justiça ter acesso a essas informações é levantada, mas a própria Lula afirma não ter o poder de exigir que os dados sejam divulgados. Há críticas à iniciativa como um movimento eleitoral e à apresentação de informações na reta final da campanha, com foco nos telefones utilizados por Lula e Flávio Bolsonaro, incluindo o cartão corporativo do governo. A discussão envolve a interpretação de declarações de imposto de renda e a capacidade de o presidente de garantir a inexistência de contas não declaradas.

