O Supremo Tribunal Federal, por meio de uma decisão monocrática do ministro Cristiano Zanin, prorrogou a eleição em duas horas. A medida gerou debates sobre insegurança jurídica, criando uma divisão entre eleitores com diferentes horários de votação. A decisão, inicialmente considerada irrelevante, causou controvérsia e questionamentos sobre o papel dos ministros na condução do processo eleitoral.

