Quando se fala em sete minutos entre a confirmação do resultado da eleição e o pedido da Polícia Federal, é óbvio que a decisão para tomar o passaporte de Flávio Bolsonaro já estava tomada. A investigação sobre a conta do Banco Santander, que imagina que em 2026, com a regulação bancária mundial extremamente rígida, um político poderia ter autoridade para movimentar uma conta, é duvidosa. Não faz sentido a história.

