O Ministério Público do Trabalho apura uma denúncia de assédio eleitoral na Prefeitura de São Paulo e em organizações que prestam serviço à gestão municipal, envolvendo servidores comissionados e funcionários de entidades convenhadas que teriam sido pressionados a apoiar Flávio Bolsonaro. Uma funcionária de uma creche municipal relatou ter sido convidada a participar de um ato do candidato na Avenida Paulista com a promessa de uma folga.

