O desafio de quebra de sigilo de dados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi aceito por Flávio Bolsonaro, gerando debates sobre possíveis enriquecimentos do petista ao longo de seus mandatos e a necessidade de investigar empresas ligadas à família. A defesa de que o sigilo não deve se estender por oito anos, o tempo de mandato de um senador, também foi levantada.

