O programa destaca a falta de vontade de fiscalização e o descaso com o combate ao crime organizado, especialmente no tráfico de drogas. O acobertamento de atividades criminosas e a falta de tecnologia adequada no controle portuário são apontados como fatores que contribuem para o sucesso das operações. A preocupação reside no grande volume de dinheiro envolvido no tráfico internacional de cocaína e nas novas formas que o crime organizado encontra para movimentar esses recursos.

