A classe C, que representa 53% dos eleitores brasileiros, demonstrou desconfiança em relação às promessas de campanha do presidente Lula, especialmente em relação ao aumento real da aposentadoria e do salário mínimo. Pesquisas indicavam uma vitória de Flávio Bolsonaro neste segmento, mas muitos eleitores da classe C duvidavam da capacidade de implementação dessas políticas. A mobilização de mulheres da classe C, que não votaram no primeiro turno, também foi observada como um fator importante. Muitos citavam a necessidade de garantir a veracidade das promessas e a percepção de que o candidato Lula não representava as melhores expectativas para o futuro.

