Nosso serviço tem a nos visitar. Rubaiá, da Fazenda ao Prato. 6h29, Guilherme Oliveira já tá conosco pra fazer a atualização daquele caso que a gente acompanhou, né, no primeiro semestre do ano. Cinco meses depois, portanto, sessenta e uma casas começam a ser demolidas, aquela área de explosão, numa obra da Sabesp, na região do Jaguarese, no oeste da capital paulista. Guilherme, como é que as coisas estão caminhando, a velocidade disso, a população tá esperançosa de que, de fato, vai ser realocada no próprio bairro, quem fez essa escolha? Bom dia pra você. Moradores dessas sessenta e uma residências já foram realocados pra outras moradias populares com a ajuda da CDHU, que é a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano aqui do estado de São Paulo. Mas tudo isso ao custo da Sabesp, que foi responsável por aquela explosão, a gente sabe disso. E também tá sendo responsável agora por toda essa transformação no Jaguaré, na zona oeste de São Paulo. Portanto, esses moradores já foram realocados e essas sessenta e uma moradias deixarão de existir. Moradias que foram diretamente atingidas por aquela explosão, portanto, estão condenadas. No lugar, ali naquele local mesmo, será construído um parque com área verde, área de lazer e também área esportiva. Todo esse processo de demolição dessas residências e a construção do parque, todo esse processo deve terminar até o primeiro semestre do ano que vem. O governo de São Paulo não fala em demolição dessas moradias, fala em desconstrução. Isso porque não terá o uso do maquinário pesado. Pra gente entender melhor sobre isso, a gente vai acompanhar agora a palavra do Silvio Vasconcelos, ele que é o diretor de Engenharia e Obras da CDHU. Vamos acompanhar.

